Pós-modernismo como, se o coração da gente é tão antigo?
Emaranhado de ficção e unhas, o amor que criei para ti.
A fumaça do cigarro embaralhando teus olhos.
Como mágico, desapareces envolto na neblina das tuas mãos.
Como criança, acredito.
E procuro.
E procuro, e procuro, e procuro.
Teu desinteresse ainda é truque,
ou o fim da mágica?
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